Minha Vida numa Agenda – Parte 1: Introdução

Organizar nossas vidas de forma a tornarmos produtivos não é tarefa fácil. Principalmente quando não aprendemos da forma correta, pois podemos nos frustrar e achar que usar um método para anotar o que tem que ser feito é, além desnecessário, uma perda de tempo. Criar e manter um novo hábito exige disciplina, mas posso garantir que vale a pena! E foi pensando nisso que decidi escrever esta série de posts.

Esta série tem como objetivo orientar as pessoas que desejam aprimorar a organização pessoal utilizando uma agenda como ferramenta principal. Aqui não há verdades absolutas, muito menos dicas infalíveis, apenas informações úteis. Para facilitar, a série foi dividada em:

Parte 1: Introdução (que é este post)

Parte 2: Abas e Divisórias

Parte 3: Rotina de uso e atualização

Parte 4: Como e o que anotar para se manter produtivo

Parte 5: Como criar mais espaço na agenda

Parte 6: Decorar ou não, eis a questão

Como eu ainda estou escrevendo pode ser que eu mude alguns títulos ou acrescente mais posts para a série. Se vocês tiverem sugestões é só escrever nos comentários 🙂

Então vamos lá! Antes de começar a falar de como usar uma agenda eu irei falar sobre as partes mais comuns dela. Varia de modelo para modelo, e nem sempre é necessário usar a agenda da forma em que ela foi feita. Se você tem o costume de fazer sua própria agenda é importante saber quais são as partes mais comuns e como poderá utilizá-las.

Primeira página – Informações Pessoais
Não precisa ter muitos detalhes sobre você se não quiser. Basta adicionar as informações necessárias para alguém devolver sua agenda, no caso de você perdê-la.

Primeira página da minha agenda

Primeira página da minha agenda

Um bolso plástico ou um envelope – Caixa de entrada para papéis avulsos
Pode ser colocado no inicio da agenda, antes mesmo da primeira página, se preferir. Ele pode ser utilizado como caixa de entrada (conceito extraído do GTD), ou seja, como lugar para reunir pequenos papéis, nota fiscal, panfleto e qualquer outro material que decidirá o que fazer depois. O intuito é não perder nenhuma informação importante, e quando tiver um tempo, ter todo o material necessário num só lugar para processar (anotar na agenda, arquivar, delegar, etc). O fato de ter uma caixa de entrada diminui até mesmo o estress e desorganização. Nada mais de encontrar papéis soltos no meio da bolsa, dentro de bolso de casacos, e sabe-se lá onde mais. Caso não tenha sua agenda sempre com você, poderá usar o que achar melhor, mas precisa ser um lugar definido. No caso de bolsa e mochila, pode ser um saco tipo Ziploc, um envelope ou uma pasta elástica. No caso de uma casa ou escritório, poderá ser uma caixa não muito alta. Não esqueça de periodicamente processar o que há dentro.

Calendário anual
Para identificar rapidamente dias da semana, feriados e datas importantes ( caso adicione alguma).

Calendário mensal
Para identificar rapidamente os compromissos mais importantes, bem como identificar os dias mais tranquilos. Nem todas as agendas o possuem, mas pode ser adicionado antes do primeiro dia de cada mês.

Páginas datadas – semanal ou diária
Compõe a maior parte da agenda. É onde anotamos os compromissos e tarefas inadiáveis.

Índice Telefônico
Muitas agendas ainda vêm com o índice telefônico, cada vez mais em desuso. Se não precisar de um mas quiser reaproveitar as folhas, poderá usá-lo para cadastro de livros que deseja ler, login e senhas, etc.

A-Z index

Índice telefônico que uso para organizar listas

Bloco de notas
São folhas com ou sem pauta. Úteis para anotações avulsas, principalmente aquelas que são difíceis de memorizar, como por exemplo, modelo de produtos eletrônicos, medidas, horários de funcionamento de um estabelecimento que vai com freqüência, listas de tarefas sem data para execução, etc.

 

Não acha bolso plástico para a sua agenda?

Então veja esse vídeo da Patrícia do canal My Life and Paper. Ela ensina a como fazer bolsos de papel para agenda.

 

Curiosa para saber mais sobre GTD?
GTD é uma sigla em inglês que significa Getting Things Done, assim como título do livro escrito por David Allen, criador do método de organização pessoal. A tradução para o português é A Arte de Fazer Acontecer. Esse método pode ser utilizado com ferramentas em papel, como a agenda, ou com ferramentas digitais. Eu não utilizo o método conforme é sugerido, mas conhecer esse método foi fundamental para eu melhorar muito minha organização pessoal. Recomendo a leitura deste blog, pois ele explica cada uma das etapas. Abaixo deixo uma imagem que resume as ações principais do método, mas que não substitui a leitura.

fluxograma-gtd-para-produtividade

É isso! No próximo post falarei sobre abas e divisórias.

 

Fonte da imagem GTD: Escola Freelance 

 

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8 comentários sobre “Minha Vida numa Agenda – Parte 1: Introdução

  1. Oi Fer. Só li o post hoje. Tenho utilizado a técnica GTD e tem sido muito produtivo. Não conhecia até você mencionar no grupo, pesquisei no google e achei bem interessante e funcional. Parabéns pelo blog. Beijos

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  2. Pingback: Minha vida numa agenda: Como criar mais espaço na agenda – Parte 5 | Meu Reino de Papel

  3. Descobri você, pesquisando com duvida sobre qual agenda comprar. Não abro mão do papel e me sentia ultrapassada por isso. Descobrir você(s) foi libertador rs… minhas agendas e cadernos sempre inspiraram meus alunos, mas depois do blog o céu é o limite… Obrigada

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  4. Pingback: Agendas fichário: Onde comprar, vantagens, desvantagens e muito mais | Meu Reino de Papel

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